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Por que meu leitor de código de barras não lê códigos bancários?

Por que meu leitor de código de barras não lê códigos bancários?

Os documentos enviados pelos bancos contam com 47 ou 48 caracteres, diferentemente dos tradicionais que contam com apenas 44. É possível fazer com que o seu leitor seja usado para as duas aplicações, confira a seguir.

código de barras é a representação gráfica de uma sequência numérica usada para identificar um produto. Tanto o gráfico quanto o numérico apresentam o mesmo valor: por esse motivo, quando há dificuldade para ler um código, é possível digitar os números para obter o mesmo resultado.

A situação é incômoda: você compra um leitor de código de barras e, na hora de usar para os boletos bancários, ele não funciona. Por quê? O motivo é simples: o código de barras do boleto bancário segue um padrão diferente dos convencionais e, por esse motivo, determinados tipos de leitores não são capazes de decodificá-lo.

Para aperfeiçoar o processo de pagamento e recebimento de tarifas, o Centro Nacional de Utilização de Código de Barras (Ceneaban), junto com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), desenvolveu um conjunto de linhas padrão para ser utilizado por toda a rede bancária nacional. No caso dos boletos bancários, todos os emitidos com essa funcionalidade devem seguir o padrão Intercalado 2 de 5, um modelo internacional reconhecido para transações bancárias. Significa que as cinco barras definem um caractere, sendo duas delas mais largas. Os espaços entre as barras também têm significado, por isso são denominados “intercalados”. Apenas números podem ser utilizados e o tamanho deve ser de 46 posições: são 44 para o conteúdo e 2 bit’s que definem o start e stop, ou seja, início e fim. No entanto, nem todo equipamento está preparado ou pode ser adaptado para realizar essa leitura. Enquanto a quantidade de dígitos intercalados 2 de 5 normal é de 44 caracteres, para as funções bancárias ele varia para 47 ou 48.

Leitor Nonus Homebank

O tipo de leitor mais indicado para boletos bancários é o leitor de fenda (Slot Reader), pois decodifica no formato digitação e é compatível com qualquer sistema de Internet Banking. Ele pode ser encontrado em duas versões: manual ou automático. Na primeira versão, como o próprio nome sugere, o operador deve passar todo o documento manualmente pelo aparelho e na segunda, basta colocar o papel na abertura que ele vai identificar, puxar, fazer a leitura e devolver, sem a necessidade de qualquer comando. Um exemplo é o modelo Handbank Eco Office 30.

A maior parte dos leitores de código de barras tipo pistola (laser/imager/CCD) também são habilitados para ler o padrão de codificação “2 de 5 intercalado”, porém, o resultado da leitura pode não ser compatível com os sites de Internet Banking. O modelo Nonus LI 250+ é o único leitor laser capaz de codificar todos os boletos bancários.

Ajustes possíveis

Caso não seja possível investir em outro leitor no momento, há uma solução que pode ser aplicada. Algumas instituições financeiras ao enviarem o boleto, deixam uma opção “Utilizar o leitor óptico”, permitindo ao leitor “tradicional” converter para o formato estabelecido pela Febraban. Há documentos nos quais o usuário pode fazer a leitura de um código tradicional, que, automaticamente, vai gerar um padrão de internet banking, que pode ser copiado no navegador para efetuar o pagamento.

Novo sistema da Febraban busca evitar fraudes

A possibilidade de quitar boletos vencidos menores do que R$ 2 mil em qualquer banco ficou para 2018. A ideia original da Febraban era concluir este processo ainda em 2017, mas, devido ao grande volume de documentos bancários no país, postergou o prazo para 2018.

Em julho, a entidade implementou esse sistema, que permite o pagamento de boletos já vencidos, com valores superiores a R$ 50 mil. Em setembro, o valor mínimo chegou a R$ 2 mil. No entanto, a redução de valores – que chegaria aos R$ 500 – ainda não foi, de fato, oficializada.

De acordo com a Febraban, todos os anos 3,7 bilhões de boletos são emitidos todos os anos, sendo que 40% deles sem qualquer registro. Com o novo sistema, que está sendo desenvolvido há três anos, há uma tentativa de diminuir as fraudes e evitar golpes contra pessoas físicas e jurídicas.

Tem mais alguma dúvida em relação à leitura de códigos bancários? Entre em contato com os consultores Bz Tech ou deixe o seu comentário.


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