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Os bons usos da tecnologia RFID

Os bons usos da tecnologia RFID

Veja os principais fatores que devem ser levados em conta ao investir nesta tecnologia, usada para garantir qualidade e confiabilidade de informações.

A tecnologia RFID, que já abordamos neste artigo, está ganhando corpo do comércio à indústria com resultados muito positivos. Suas aplicações são bastante versáteis pelos diversos benefícios colhidos, tais como: controle de qualidade, confiabilidade de informações, gestão de risco e até mesmo a oferta de segurança aos consumidores. Atualmente, seu uso é muito variado, saindo da identificação de veículos, passando pela gestão de embalagens e de ativos e chegando ao mundo da moda.

Para capturar os dados em diferentes segmentos, são necessários quatro equipamentos: uma antena, responsável por propagar os sinais; o chamado middleware – o software que será usado pelo sistema; as tags, que serão inseridas em cada um dos equipamentos que precisam ser lidos; e, por fim, os leitores, responsáveis por receber as informações das tags e repassá-las ao middleware.

Apesar de a tecnologia ser muito eficiente, é importante ter em mente que ela deve ser evitada em alguns tipos de uso, como soluções de segurança, identificação de pessoas (controle de acesso), identificação de materiais muito pequenos, leitura de caminhões que transportem itens externos ou materiais com líquidos. Entenda mais sobre a tecnologia e fique atento com alguns pontos preponderantes.

Cuidados com o projeto

Mesmo nas áreas nas quais é recomendado, há necessidade de montar um projeto específico, que precisa levar em conta vários detalhes:

  • O espaço no qual será usada a tecnologia, evitando que fenômenos como a reflexão, absorção e refração atrapalhem o desempenho;
  • A direção da antena;
  • O tipo de frequência usada (baixa, alta, UHF, por ondas);
  • A quantidade e o tipo de tags, passivas (sem baterias) ou ativas (com baterias);
  • Qual será a distância de leitura e a performance necessária.

Todas essas informações são fundamentais para o projeto funcionar com perfeição, assim como propiciar escolha dos equipamentos adequados.

Tags

As tags passivas precisam da energia fornecida pelos leitores, que, em geral, apresentam um custo maior e baixa flexibilidade, mas contam com uma vida útil mais longa. Em geral, são usadas em processos nos quais não há necessidade de retorno. Por outro lado, as tags ativas necessitam de bateria, sendo maiores e tendo mais custo, mas demandando leitores mais simples. Dois de seus principais benefícios são a escalabilidade e a possibilidade de integração com outros sistemas, relacionados à temperatura, à pressão, ao acionamento, entre outros.

Frequência

Pode ser baixa, alta, UFH ou em ondas. Cada uma delas conta com vantagens, desvantagens e custos específicos. Em uma avaliação simples, as baixas frequências oferecem as performances mais baixas – embora possam ser muito úteis para a identificação de veículos, por exemplo –, enquanto as de ondas são as mais avançadas, sendo aplicadas a processos que demandam mais atenção aos detalhes.

Interessado em investir em RFID? Conheça os equipamentos que podem ser usados para este projeto, como as impressoras.

 


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